Liberte-se do jogo da comparação

dois cactos espinhentos, cada um em um plano

Nossa cultura nos diz que precisamos ter mais e mais coisas. Os comerciais nos estimulam a comprar o mais novo e melhor produto. Uma tendência natural nos leva a comparar a nossa vida com a daqueles ao nosso redor. Junte a isso tudo o fato de que temos um desejo intrínseco de impressionar outras pessoas por meio de nossas posses — quanto mais melhor. E assim temos a receita para o desastre e a decepção.

Todos os dias desperdiçamos uma quantidade de energia preciosa comparando nossos bens com os dos outros. Reparamos no presente que ela ganhou de aniversário, em qual celular ele carrega no bolso ou nas roupas da moda que todos os nossos amigos parecem estar usando.

No final das contas, acabamos desejando que tivéssemos mais. Mas ficar o tempo todo sonhando com as coisas dos outros e invejando o que eles têm rouba de nós a satisfação com o hoje.

Gastamos tanta energia mental pensando em tudo aquilo que ainda não possuímos que perdemos a capacidade de apreciar o que já temos. Isso faz com que a gente tenha a sensação constante de que está faltando alguma coisa — mesmo que haja tantos motivos para expressarmos gratidão bem na nossa frente.

Joshua Becker é o criador do blog Becoming Minimalist, de onde este artigo foi extraído. Ele é autor de quatro livros e fundador da The Hope Effect, organização sem fins lucrativos dedicada a mudar a vida dos órfãos em todo o mundo.
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Clique aqui para ler o post original em inglês.

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